Como escolher vinhos

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Contextualizando

Tem umas coisas interessantes acontecendo na minha vida ultimamente e uma delas me fez pensar em vinhos.

Eu sempre gostei de experiências sensoriais completas. E experimentar bebidas é uma das preferidas, talvez porque seja das mais acessíveis.

Qualquer pessoa normal nessa vida, tem uns copos legais em casa e consegue preparar uns tragos bonitos, geladinhos e saborosos. Coloca uma musiquinha agradável de fundo e pronto, temos uma experiência sensorial completa (ou uma festinha!).

Quando o assunto é vinho, fica mais fácil ainda. A bebida já tá pronta, né? Pega uma taça, abre a garrafa e vamos brindar!

Esses dias fui escolher um vinho pro final de semana e me lembrei que não manjava nada do assunto. Hahahaha. Aí pesquisei, pesquisei, pesquisei… E pra fixar o conteúdo (tipo estudando pra prova, sdds facul!), resolvi escrever esse post.

Então vamos lá…

Pra começo de conversa

Existem três tipos de vinho: tinto, branco e rosé.

Tinto – feito com uvas tintas, aquelas bem escurinhas e por isso deixam a bebida escura (oh, really?)
Branco – feito com uvas brancas (há!)
Rosé – mistura os dois e tcharam!

Quer saber se é mais doce ou não?

Procure o teor de secura na garrafa!

Seco – 0 a 5g de açúcar por litro
Meio Seco – 5 a 20g/L
Suave ou Doce – mais de 20g/L

Acompanhamentos

Pelo que entendi, vinho tinto é hot hot, vai bem com comidas mais pesadas, gordurentas ou se estiver friozinho, porque no geraaaaal, é mais ‘pesado’, logo ‘esquenta’ mais. E vinho branco é mais fresco, leve, vai bem com pratos doces, coisa e tal. É interessante também prestar atenção na acidez do vinho (faz a boca salivar mais) e na quantidade de taninos (deixa a boca seca). Por exemplo, se você vai comer algo que deixa a boca gordurosa, é legal escolher um vinho com muitos taninos pra dar uma equilibrada por ali. Raciocinio lógico e equilibrio, tudo nessa vida!

WTF is taninos?

Nas minhas pesquisas, li muitos sites falando ‘vinho tal tem mais taninos, bla bla bla’. Fui atrás e descobri que esses tais taninos são coisinhas – derivadas das cascas e sementes das uvas – que deixam aquela sensação de ‘comi banana verde’ na boca, sabe? Vinhos tintos tem mais taninos. Parece que não existe uma classificação de taninos nos vinhos, depende muito da uva, da colheita, da estocagem. Tem que ver rótulo a rótulo mesmo!

Mais coisinhas

Existem muitas outras coisas a se falar sobre vinhos, tipo: taças, variedade de uvas, como degustar, etc. Mas isso foi o que eu, pessoa leiga, achei suficiente saber pra brincar de escolher vinho.

Por fim, mas não menos importante

Depois da segunda taça, que diferença isso tudo faz? Na dúvida, escolha o rótulo mais bonito e seja feliz!

Essa foi a minha pedida pro final de semana e meus critérios de escolha foram:
– O cara da loja disse que é meio doce (meio seco), fácil de beber e combina com ‘jovens’
– Achei o rótulo bonitão
– É da California e tudo o que é de lá costuma ser cool, com esse vinho não deve ser diferente

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Turistando hard em SP | Dia 1

Em setembro o Luis, um amigo espanhol que conheci no Havaí, veio para o Brasil e a primeira parada foi SP.

Eu nunca achei aqui uma cidade legal pra turismo, mas a gente tinha dois dias inteiros pra aproveitar antes de partirmos para o litoral. Então juntei com a minha irmã que estuda arquitetura e tem um olhar mais aguçado pra coisas legais na cidade e montamos um roteirinho de turismo nível hard aqui em SP. Turismo nível hard significa que ônibus e metrô estavam incluídos como parte das atrações e muita caminhada a pé pelo centro da cidade também.

Acho que a melhor maneira de conhecer a essência de uma cidade é ter um dia de local, então mesmo essas partes mais complicadas não poderiam faltar, já que o trânsito e a mobilidade urbana são assuntos bem peculiares por aqui.

Escolhemos alguns pontos que a gente curte na cidade e organizamos as visitas em dois dias. Minha irmã adora construções e eu adoro lugares altos, por isso o nosso primeiro dia foi de edifícios: Altino Arantes e Copan.

A gente começou o nosso roteiro pela estação Barra Funda. A primeira parada: Estação Santa Cecília. Subimos a pé até o Mackenzie, onde encontramos a minha irmã. De lá seguimos a pé para o Edifício Altino Arantes. Passamos pela praça da República, Teatro Municipal, Shopping Light, Vale do Anhangabaú. Uma geral pelo centro de SP.

O Luis curtiu o fato dos faróis de pedestre do Centro terem imagens de pontos turísticos. Outra observação foi com a quantidade de empregos “nonsense” que existem por aqui. Como por exemplo, aquelas pessoas que ficam com bandeirinhas no trânsito sinalizando quando você pode atravessar ou não.

“Vocês têm emprego pra qualquer coisa”, disse.

“É por isso que a taxa de desemprego no Brasil é baixa!”. Não lembro se foi ele que disse isso, se fui eu ou se só pensei.

Mas o comentário vale uma reflexão, sem desmerecer qualquer tipo de trabalho, claro.

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Chegamos no Altino Arantes, que é o antigo prédio do Banespa, fizemos o cadastro na recepção e subimos! Eu já tinha visitado o edifício umas três vezes e acho uma pena só poder ficar lá em cima por 5 minutos com bombeiros de olho, achando que você vai se suicidar a qualquer momento. Mal dá pra tirar umas fotos legais. Pra piorar, a visitação não funciona de final de semana. Eu acho um absurdo, é tipo o Empire State Building de São Paulo (ok, menos! rs), tinha que funcionar! Tirando isso, a vista de la do alto é impressionante! Dá pra ver São Paulo inteirinha e ter noção da grandiosa bagunça que é a nossa cidade.

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Depois da visita, a fome bateu e então voltamos pra Republica andando. Escolhemos almoçar no Almanara, que é um restaurante árabe muito famoso e tradicional por aqui e a filial do centro, se não me engano, é uma das mais antigas. O mais legal de lá é que diferente das outras filiais, você pode escolher entre buffet, rodízio ou à la carte. Mas acho que depende do horário. A gente foi de à la carte mesmo! Os donos são a família da Gi, uma amiga que eu não vejo a anos, mas muito querida, e o restaurante do centro era o preferido dela. Acabou que eu peguei um carinho pelo lugar também.

Depois do almoço, fomos para o Copan, famoso edifício projetado pelo mais famoso ainda, Niemeyer, que também tem uma cobertura aberta pra visitação. Mas lá o esquema é diferente, não rolam visitas durante o dia inteiro, só em horários marcados, um de manhã e outro de tarde. Subimos na administração do prédio, fizemos um cadastro e um guia nos levou até lá em cima. O espaço do Copan é bem mais legal, muito maior e eles te deixam mais a vontade pra aproveitar a visita. Dá pra fazer umas fotos legais, mas a vista é quase a mesma que do Altino Arantes. São Paulo é São Paulo de qualquer ponto alto da cidade né?!
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De lá pegamos o metrô até a estação Faria Lima. A próxima parada era um happy hour com outro amigo em comum, porque vir pra São Paulo sem curtir uma noite paulistana, não é vir pra São Paulo, mas um barzinho de leve era o máximo que nosso corpo aguentava. Do metrô Faria Lima pegamos um táxi, porque nesse ponto, a gente não tinha mais condições de andar/pegar ônibus e em poucos minutos chegamos no Tatu Bola. O ambiente era agradável, rolava um sonzinho ao vivo que não incomodava e o teto era cheio de fitinhas do Senhor do Bonfim. Uma graça. Apresentamos as famosas caipirinhas para o Luis, comemos algumas coisas gostosas e lá pelas oito da noite voltamos pra casa! De ônibus!

cheers @yuiso

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No dia seguinte a Lalá e a Betinha (amadax amigax cariocax) chegariam cedinho e a gente precisava descansar porque o turismo ia continuar!

2014 tá acabando e isso foi o que aconteceu de legal esse ano…

Esse post é beeeeeem pessoal. Esse blog tá virando meu diário né? Mas vamos lá!

Chega final do ano, bate aquela nostalgia do tempo passando e ao mesmo tempo aquela sensação de desespero: tá indo tudo muito rápido demais e parece que eu não tô aproveitando/realizando nada.
Nessas horas eu paro e faço uma lista de coisas legais que aconteceram/fiz nesse ano, pra provar pra mim mesma que foi sim um ano que valeu! Tá meio cedo pra isso, ainda é Novembro, mas achei justo fazer isso agora pra dar um gás para os quase dois meses que me restam. Então vamos lá… coisas legais que aconteceram esse ano:

1) Voltei pra Brasília depois de muitos anos. Sempre tive família por lá, mas só tinha ido pra cidade umas duas vezes, em casamentos e coisas assim. Mas como meu pai se mudou pra lá, foi legal passar o réveillon com primas queridas que eu não via a muito tempo.

Turistando hard 😝

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2) Passei três meses ‘morando sozinha’ com a minha irmã. Porque minha mãe quis esticar a temporada em Brasilia e a gente quis voltar pra SP. Foram três meses bagunçados e divertidos, a gente aprendeu a fazer caipirinhas e a tomar champagne as 6h da manhã. Viramos noites falando merda, rindo à toa e celebrando a liberdade de morar sozinhas ainda que temporariamente. Minha irmã é foda e qualquer dia com ela é um dia divertido.

Festa boa eh no conforto do lar! #caipirinhadafê #secairjacainacama

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3) Ainda no verão nós fizemos uma viagenzinha pelo RJ. Quatro dias na capital, um dia em Petrópolis, dois em Saquarema e mais quatro em Búzios. O ano começou brilhando, não caiu uma gota de chuva nesses dias e a gente aproveitou muuuuuuito. Trilhas, cachú, praia, cerveja, amigas queridas e festinhas, foi tudo de bom!

#buzios 😅

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4) Comecei a trabalhar na Farm. Tudo bem que eu ando insatisfeita com isso, mas no começo foi algo feliz. E 50% de desconto nas roupas da minha marca preferida definitivamente é algo legal! Têm sido um teste de resiliência também e isso deve ser algo positivo pro meu crescimento pessoal.
5) Formatura. O baile e a colação. Definição de dias felizes, emocionantes, daqueles que te fazem olhar pra trás e pensar: valeu a pena sim!
6) Em Maio voltei pra Saquarema, dessa vez pra curtir uma praia e o campeonato de surf que tava rolando. A cidade tava bombando de sol, surfistinhas e festinhas. Foi uma viagem completa, incluiu tudo o que uma viagem com amigas tem direito: álcool, loucurinhas, vexames, brigas, choros de reconciliação, risadas e declarações de amor. No final das contas a gente percebeu que o importante mesmo é que a gente têm uma a outra.

já pode voltar? 😔

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7) E aí teve a Copa, que foi um mês extra de Carnaval. E eu, não satisfeita em curtir aqui em São Paulo, fui pra bagunça da final no Rio. (Amigas lindas do Rio, obrigada por me receberem sempre que eu dou a louca e apareço por aí)
8) Em uma noite de tédio, sem muito potencial pra algo significativo, conheci um garoto. E aí meu coração que andava meio frio, esquentou novamente.
9) Em Setembro, um amigo muito querido que conheci no Havaí, veio para o Brasil. Fizemos um mini tour entre SP e RJ. Dois dias em SP, um fds no litoral norte de SP e mais 5 dias no RJ. Se não deu pra sair do país esse ano, essa viagem valeu por uma internacional! Foram dias intensos, bem turistas, a gente se divertiu demais, colocamos o papo em dia, matamos as saudades, rimos e choramos juntos, fizemos promessas de nos ver mais vezes. Foi inspirador!

🙌

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10) E por causa dele eu criei esse blog, que têm me dado um resultado interessante: tô melhorando a minha escrita, saindo da minha zona de conforto… dá um friozinho na barriga saber que algumas pessoas estão lendo coisas tão minhas!
11) Vale ainda citar os mil dates, sejam aqui em SP ou na praia, junto com o garoto do item 8. Definitivamente algo que incrementou bastante o meu ano. (Obrigada gatão!)

só sorrisos ☀️😂

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12) Eu emagreci 5kg… e sim emagrecer sempre é algo feliz!

“Tá vendo Fernanda, como valeu?” (eu falando comigo mesma!)

Plus… o que falta pra ficar perfeito:
13) Um trampo novo
14) Um réveillon sorridente
Nem é querer muito, assim…

Vamos tomar Sol?

Dermatologistas e freaks do câncer de pele que me desculpem, mas eu sou uma pessoa viciada em Sol. Desobedeço as regras mesmo, posso ficar horas me bronzeando, amo a cor da minha pele depois de um dia ensolarado. O Verão obviamente é a minha estação preferida e por mim, seria eterno.

Acredito que os benefícios que o Sol me traz superam os riscos da exposição. E já que vamos todos envelhecer mesmo, prefiro que seja de bom humor e algumas manchas na pele, do que o contrário.

Muita gente me diz que meu tom de pele é lindo, que eu estou sempre bronzeada. Confesso que são anos de prática, já fiquei muito ardida, descasquei… hoje em dia tenho meus truques pra manter a pele sempre com cara de “estava de férias na praia” e resolvi dividir isso por aqui:

– Diminuir o tempo de exposição e aumentar a frequência.
Eu quase nunca fico no Sol por mais de 1h. Metade de frente, metade de costas, deu! Mas em compensação, sempre que tenho uma horinha sobrando e o dia permite, corro pra piscina pra pegar uma corzinha. Claro, eu dei sorte de ter tempo pra fazer isso e uma piscina sempre por perto, mas juro, já tomei sol até na janela do meu quarto. Onde ele aparecer, tá valendo! Isso faz com que a pele queime aos poucos mas não se danifique muito a ponto de descascar, deixando o bronzeado mais duradouro.

– Suco de cenoura
Eu não gosto de cenoura. Mas no verão eu tento tomar um copo de suco de cenoura por dia. Costumo comprar aquelas cenourinhas minis que já vem prontas para o consumo e bato com qualquer suco que tiver na geladeira, mesmo os de caixinha.

– Esfoliante levinho
Uso quase todo dia no banho. É bom pra eliminar as celulas mortas, deixar a pele com um aspecto macio e ajuda o bronzeado a ficar mais uniforme. Imagina: se tem uma parte da sua pele com muitas células mortas acumuladas, essas células vão formar uma camada que vai “filtrar” fisicamente o Sol e deixar a pele manchada. Mas tem que ser um bem levinho pra não agredir a pele, apenas “limpar”. Eu sempre compro um esfoliante diferente, mas se fosse pra escolher só um, eu escolheria o Esfoliante para Banho da Nívea, que pra mim tem o melhor custo beneficio, cheirinho bom e ainda dá uma hidratada na pele.

– Bronzeador com filtro solar
Isso eu uso mais pra não pesar a minha consciência. O bom é que a cor realmente fica mais bonita com esses produtos. Mas os óleos bronzeadores são tão melequentos e não saem facilmente com água que eu me irrito. Já usei Australian Gold, Sundown, Nivea e no momento estou usando Hawaiian Tropic. O da Nivea ganha na textura, já que mesmo com a pele meio úmida e com um pouco de sal e areia ele espalha super bem. O Hawaiian Tropic ganha na cor, pelo menos pra mim, é o que deixa a pele mais bonita mas é melequeeeento que só. Tô doida pra testar o Sol de Janeiro, é o próximo da lista quando o Hawaiian vencer ou acabar.

– Óleo de Monoi do Tahiti
Essa dica eu ainda não testei mas peguei com uma conhecida que é branquela master e não bronzeia por nada nessa vida, mas disse que com esse óleozinho ela até consegue pegar uma corzinha. O cheiro dele é maravilhoso, mas claro, óleo é óleo e vai melecar tudo o que tiver direito, além de não ter nenhum fator de proteção solar.

+ Plus: Música para tomar sol
As vezes nas minhas andanças por aí descubro algumas músicas que me fazem pensar na hora “preciso ir relaxar no Sol ouvindo isso”. Essa semana descobri duas e achei válido incluir elas nas dicas. Acho que o combo relaxar no Sol + música boa é uma das melhores coisas da vida.

Coisas que eu não dou a mínima…

Eu adoro ler “coisas” que aliviam minha culpa. Perceber que existem outros seres humanos imperfeitos por aí. Ver que as vezes, as coisas também não dão certo ou fogem às regras pra outras pessoas e que não tem problema nisso, continua tudo bem.

Por isso adorei a tag “5 coisas que eu não dou a mínima” do blog Girls With Style. Ando meio viciadinha nesse blog ultimamente. No geral é um blog feminino, só que com mais “sustança”. Eu tava numa fase sem paciência pra blogs, porque todos eles tinham o mesmo conteúdo – era NYFW, todas as F*Hits foram pra NY, fizeram exatamente os mesmos programas e postaram as mesmas exatas coisas cada uma em seu blog. Quer coisa mais chata que isso? Aí caí de para-quedas no GWS e viciei…

Enfim, tudo isso pra dizer que vale a pena a visitinha no GWS e que eu resolvi fazer a minha própria listinha do “não dou à mínima” pra ver se botar minhas regras quebradas no papel também me ajuda…

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1) Religião
Religiosos que me desculpem, mas eu não dou a mínima pra isso. Não sou ateia mas não creio 100% em nenhuma religião. Não frequento nenhuma igreja, templo, ritual, whatever. Tenho as minhas próprias maneiras de me manter espiritualizada e conectada com o universo – ou Deus, se preferirem.

2) Famílias tradicionais
Não sou obrigada a me casar, ter filhos e uma família perfeita de comercial de margarina. Se o amor aparecer um dia, quem sabe! Mundo, pare de me pressionar porque eu não tô nem aí de ficar pra titia, solteirona, viajar o mundo e adotar 2 crianças depois dos 40.

3) Unha feita
Isso aí. Não tenho saco pra manicure, odeio papinho-fofoca de salão e acho um dinheiro mal gasto. Eu mesma faço as minhas unhas, o que significa que elas passam boas semanas sem receber nenhum esmalte e eu nem ligo. Que fique claro que elas sempre estão limpinhas, pra isso eu ligo sim!

4) Pentear os cabelos
Esse é meio relativo, porque eu dei sorte na vida e se eu não penteio o cabelo acaba que ele fica mais bonito do que se eu tivesse penteado, então…

5) Salto alto
Outro dia tava numa balada e uma menina no banheiro me perguntou: “Como você conseguiu entrar sem salto?”. Pois é, era proibido entrar sem salto no lugar e eu tive a proeza de conseguir. Deve ser porque eu tô tão acostumada a ir pra todos os cantos de rasteirinha que já virei uma expert em montar looks de balada sem salto e acabou passando batido pelo segurança.

6) Baladas mucho locas todos os finais de semana
Tem gente que se fica um final de semana em casa fica aflita, como se tivesse perdendo tempo da vida, como se curtir a vida adoidado fosse uma missão e ficar em casa num sábado a noite significasse não curtir nada. Nem ligo. Adoro ficar em casa, saçaricando pela internet, assistindo filmes, lendo, ou só pensando na vida na minha cama.

7) Bagunça no meu quarto
Minha mãe fica doida, mas é isso aí. Se a bagunça tá te incomodando, fecha a porta do meu quarto ou arruma pra mim, porque eu não ligo e só arrumo quando der vontade e isso demora!

É isso aí pessoal, minha realidade.

Começando a pensar no réveillon…

A Primavera já chegou, Outubro tá quase aí… mais três meses é 2015. O réveillon é um dos meus feriados preferidos! Esse clima de renovação realmente me envolve mas eu nunca consigo planejar nada muito bacana porque, 1) só descubro se vou ter folga do trabalho muito em cima da hora, 2) os preços ficam altíssimos e qualquer viagenzinha sai o valor de alguma trip internacional fora de temporada, 3) os amigos vão cada um pra um lado e falta companhia.

Só que sempre que chega essa época do ano eu começo a pensar em possibilidades para uma virada digna. O que eu queria mesmo era começar o ano com grande estilo em Fernando de Noronha… mas enquanto eu não enriqueço o suficiente pra isso, me contento com lugares próximos de SP que são acessíveis de carro – porque pegar avião nesse feriado é pedir pra falir.

Dessa vez, estava procurando um lugar mais tranquilinho e sem muita badalação mas ao mesmo tempo com uma estrutura mínima de restaurantes/barzinhos pra passar uns dias zen em casal ou com um grupo pequeno de amigos. Pensei em Ubatuba e Paraty, duas cidades aqui por perto, que sei que são mais sossegadas e com um mix de atrações para todos os gostos. Pra deixar o clima mais intimo ainda, achei interessante usar o Airbnb pra encontrar acomodações charmosinhas e com preço legal.

Ubatuba

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Ubs, como eu carinhosamente chamo o lugar onde eu aprendi a gostar de praia, fica no litoral norte de SP, mais ou menos umas 3h de carro da capital. É uma cidade tranquiiiila, tem praias lindas pra todos os gostos. A única coisa que complica é a locomoção – sem carro, não rola. Nunca passei o Reveillon lá, mas já passei no Guarujá e não foi tão bagunçado assim, então imagino que lá seja bem mais sossegado. Lá, achei duas acomodações com preço acessível pra esse salário de recém-formada:

Flat Fofo em Itaguá
Itaguá não é a minha praia preferida de Ubatuba, mas estando lá fica fácil achar praias lindas em poucos minutos.

Chalé Aconchegante na Vermelha do Centro
A Vermelhinha do Centro é uma praia ótima pra surf, o que significa que já foi muito frequentada pela minha pessoa. Culpa dos meus amigos surfistas que sempre davam uma passada por lá pra dar um check no mar. Acho ela bem localizada, perto do centro e com fácil acesso para outras praias lindas.

Paraty

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Conheci Paraty ano passado, numa mini viagem aleatória com uma amiga. Arrisco dizer que foi uma das melhores viagens da minha vida. A cidade é um charme, super romântica, tem praias liiiindas e uma vida noturna delícia. Não vou dar mais detalhes, porque acho que a cidade merece um post inteiro dedicado só pra ela. Achei um quarto – pousada lindo por lá e não tenho dúvidas de que o reveillon por ali seria ótimo.

Como levar uma vida tropical morando em São Paulo – parte 2

Continuando a saga… mais algumas dicas pessoais de como levar uma vida mais light nessa capital do caos.

6. Medite!
É clichê, eu sei, mas funciona! Quem aí já fez o teste? Não vale meditar uma vez na vida e achar que não deu resultado. Precisa ter disciplina, meditar todo dia, acalmar a mente… eu costumo fazer isso antes de dormir – e pego no sono no meio do caminho, claro. Simplesmente deito na minha cama em uma posição confortável e me concentro na respiração, esvaziando a mente. Vou contando… inspira, expira, 1…. inspira, expira, 2… se a mente vaga e se perde em pensamentos eu volto pro começo: Inspira, expira, 1…. e assim vai. Desafio vocês a chegarem no 10 de primeira! É difícil… mas aí você começa a perceber… “Nossa, as coisas estão se ajeitando… Nossa, eu lidei bem com tal problema…” e eu não garanto que é 100% culpa da meditação, mas que ela ajuda a manter corpo e mente em equilíbrio no meio dessa loucura, ô se ajuda.

7. Dê alguns mimos para a sua casa.
Vão ter aqueles dias em que você não vai ousar querer sair de casa. Seja porque o transito está caótico, porque você tá com preguiça de pegar fila, porque não quer gastar dinheiro, porque tá chovendo e frio. Se fugir da cidade não é uma opção, o que te resta é aproveitar o dia no aconchego do seu lar. E pra ficar mais aconchegante ainda, porque não uns mimos para sua casa? Quadros bonitos, perfume de ambiente, um travesseiro de primeira qualidade e um edredon gigante e macio vão deixar os seus dias em casa ainda mais gostosos, já que é isso o que te resta.
pi8. Encontre amigos surfistas. Ou um namorado.
É sério. Eles vão querer ir pra praia todos os finais de semana surfar e você aproveita pra desestressar a mente de frente para o mar enquanto toma um sol e uma água de côco.

surf9. Saia pra jantar em um dos zilhões de restaurantes bacanas da cidade.
Mas faça isso de segunda a quinta, de noite, pra não correr o risco de pegar muita fila. Uma das melhores coisas que São Paulo tem a oferecer são restaurantes deliciosos de todos os tipos. Convide uma amiga, sua irmã, um gatinho e vá jantar. A comida boa, o ambiente e a companhia agradável vão te fazer esquecer – ainda que por poucas horas – que você vive numa cidade louca.

Acho que por enquanto é isso… se eu descobrir mais alguma técnica pra espairecer nessa cidade, volto pra contar!